Fui ver neste final de semana o filme Avatar em versão 3D, e não deu outra, sensacional do começo ao fim. Eu que adoro a produção digital do universo dos efeitos visuais fiquei impressionado com tanta qualidade. A história também é boa principalmente por tocar mais uma vez no poder destrutivo do seres humanos. Pensando nisso, responda rápido quantos filmes somente neste ano retrataram parte desta nossa realidade? É, a situação ta mal. De qualquer forma fica aqui a dica e minha aprovação ao supertrabalho profissional executado neste filme.
Depois de escutar tantas críticas nada possitivas sobre eles, e surpreendente perceber em meio a conferência das mudanças climaticas que Chávez e Morales eram as pessoas mais pés no chão por lá.
A melhor definição do que está acontecendo em Copenhague veio de Hugo Chávez: “se o clima fosse um banco já estaria salvo”.
Hugo Chávez criticou a posição dos Estados Unidos na Conferência e abriu seu discurso se referindo à forma “sorrateira” como o presidente Obama deixou o palco depois de seu discurso. Ao contrário dos demais presidentes que saíram pela frente, ele usou uma porta no fundo do palco. “É assim que o império yankee vai sair deste mundo, pela porta de trás”, disse.
Evo Morales frisou que a responsabilidade das mudanças do clima é do capitalismo. “Se queremos salvar a vida da humanidade na terra Temos que mudar esse sistema capitalista”.
Para Morales, a humanidade está à frente de um problema estrutural que só será solucionado quando houver uma revisão da forma de viver onde o que impera é o luxo e o individualismo.
Adoro filme de zumbi e não nego. rs… Sendo assim recebi de um colega um tutorial de como transformar nossas fotos em desenhos de zumbi. Não deu outra, o meu antigo eu teve de virar zumbi.
Obs.: Para quem não sabe Zumbilândia e o próximo sucesso apocalíptico lotado de mortos vivos. Acesse: http://www.zombieland.com/ Salve Romero que começou está historia!
Confesso que depois de ler o livro “A corporação” ou o documentário baseado na obra com mesmo nome (vejam ou leiam), e ainda apoiado pelas aulas de Cassio Matinho (grande professor), fica um pouco difício não perder aquele “amor” que temos por algumas marcas e empresas, contudo, depois de vivermos toda a nossa vida cercadas por elas 16 horas por dia (tirando umas 8 horas de sono diários) fica igualmente difício não nos perdermos em meio aos valores e importâncias impostos por elas. Não tenho a pretensão nem um amplo conhecimento para tratar deste assunto aqui, sendo assim indico novamente o livro ou o documentário “A corporação” (leia sobre o documentário) que ao que vejo, não tem a intenção de destruir o mundo capitalista, mas, sim nos fazermos refletir sobre nossos atos de consumo e o reflexo deles na nossa realidade. Voltando ao ponto em que digo estarmos ligados a algumas marcas e empresas confesso ainda ter duas “paixões” a grandes empresas que pelo lado profissional não deixam nada a dever (o lado humano é algo ainda a se pesquisar): a Nintendo e a Redbull
Sobre aNintendo deixarei para falar em outro post, quanto a RedBull, começou com uma ligeira simpatia a mais ou menos 4 anos atrás quando participei de uma palestra de marketing com representantes da empresa. Nesta palestra me vi curiosamente impressionado com o modelo de comunicação de uma empresa que (na época) há 19 anos vendia em todo o mundo, um único produto (somente com uma variação sem açúcar) que nem ao menos tem sua formula protegida por patentes. E olha que o seu sabor não era aprovado por grande parte de seus consumidores e que a empresa não vendia nenhum tipo de produto licenciado como bonés, camisas, mochilas, calças e etc. Além disso, ela sempre investiu (na maioria das vezes com exclusividade) no patrocínio de eventos esportivos diferenciados, como a corrida de aviões, circuitos de montainbike em cidades históricas e favelas (este ano), entre outros ainda mais diferenciados como campeonato de aviões de papel, de carrinho de rolimã e em esportes já consagrados como formula 1 onde a empresa possui duas equipes (Toro Rosso e a Red Bull Racing – RBR), Stokcar Brasil (equipe Red Bull Racing) e no futebol com o RedBull New York (campeonato americano), Red Bull Salzburg (campeonato austríaco), RB Leipzig (campeonato alemão) e o Red Bull Brasil que participa da segunda divisão do campeonato paulista. Resumindo, eu, como publicitário, não posso deixar de lado tamanho interesse por um sistema de marketing como este, e torço para que sua postura voltada aos problemas sociais e ambientais seja igualmente atraente.
Obs.: Atualmente e vendida uma camisa com a marca RedBull por ser o uniforme dos times de futebol.
Sou amante do entretenimento, portanto, nas horas vagas sempre arrumo um espaço para o cinema, para os quadrinhos ou para os jogos eletrônicos. Como já falei de cinema no post anterior vou reservar este para o videogame, que me gerou uma incrível “coincidência” em relação ao tema anterior, pois, depois de citar a frequência com que os desastres ambientais estão virando temas de filmes percebo (depois de esperar a tempestade passar aqui em BH) que um dos jogos que adquiri hoje, “Disaster: Day of crisis” também trabalha sobre a temática dos agora famosos desastres ambientais. Seria este um sinal? rs… De qualquer forma segue abaixo uma previa do jogo. Um bom jogo por sinal.
Com certeza, depois de Transformers 2, Gjoe e Sexta-Feira 13, 2012 com certeza é a minha última grande espera do cinema neste ano. Para quem não ouviu falar, fique abaixo com o trailer que se destaca pelos grandes efeitos visuais utilizadas nas catástrofes naturais.
Será porque este tema está se tornando tão constante no cinema? Reflexo da nossa realidade? É, a coisa ta feia mesmo.
Fiquei muito impressionado nesta semana com o lançamento (dia 28/09/09 no campus Prado da faculdade Estácio BH) do livro ”Não foi por acaso” do meu xará e colega Marcelo Freitas (Jornalista Profissional, Mestre em Ciências Sociais, e professor do curso de Jornalismo da Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte). O livro nos conta toda investigação desenvolvida por ele ao longo dos últimos 21 anos referentes ao massacre de Ipatinga. Um conflito entre policias militares e milhares de operários da Usiminas que só deixou registrado uma versão teoricamente oficial com somente 8 mortes.
Produzido pelo Centro de Convergência de Novas Mídias da UFMG, o jogo Estrada Real Digital tem função educativa sem perder o estilo “Tomb Raider” de ser (ao que me parece, pois, ainda está baixando). O jogo se passa nas cidades de Ouro Preto, Tiradentes e Diamantina, e conta a história de Bárbara, uma belo horizontina em busca do pai desaparecido. Para mais informações ou para baixar o jogo (600mb), acesse: www.ccnm.org.br/gameestradareal
Cenas de Ouro Preto
Obs.: Na minha primeira tentativa de download o link não funcionou, então aguardei uns minutos e consegui na segunda tentativa.